DIREITO EM VOGA

New companies in Brazil/ Novas empresas no Brasil

Posted in Curtas / Short Ones by alinepmoraes on setembro 16, 2013

The Serasa Experian Indicator of Birth of Companies published in August 2013 a survey that reveals that, since the beginning of the year, more than one million new companies were created and began to operate in Brazil. The highest concentration occurred in the Southeast, with 49.67% of the total, followed by the Northeast, with 18.27% of the total. Since these surveys were initiated in 2010 this was the highest rate ever recorded.

Most new companies are Individual Microentrepreneurs (Meis), with 68% of the total, limited liability companies, with 14% of the total, and Individual Company, with 12% of the total. There was also an increase in participation of business services in total business arising in the country, a decline in the participation of the commercial sector and stability in the share of industrial enterprises.

Economists from SERASA say that the micro and small entrepreneurs still confident in opening their own business even with the relatively weak economic activity and high rates of inflation. For these entrepreneurs, the biggest challenge in the second half of 2013 is the continue raising of interest rates, which contributes to rising value of the credit.

O Indicador Serasa Experian de Nascimento de Empresas publicou, em agosto de 2013, uma pesquisa que revela que, desde o começo do ano, foram criadas e passaram a atuar mais de um milhão de novas empresas no Brasil. A maior concentração se deu na região Sudeste, com 49,67% do total, seguida pela região Nordeste, com 18,27% do total. Desde que foram iniciadas essas pesquisas no ano de 2010, esse foi o maior índice já registrado.

A maior parte das novas empresas é de Microempreendedores Individuais (MEIs), com 68% do total, de Sociedades Limitadas, com 14% do total, e de Empresas Individuais, com 12% do total. Verificou-se ainda o aumento da participação de empresas de serviços no total de empresas que surgem no país, um recuo da participação do setor comercial e a estabilidade na participação das empresas industriais.

Os economistas do Serasa afirmam que os micro e pequenos empresários continuam confiantes em abrir seus próprios negócios mesmo com a atividade econômica relativamente fraca e a alta dos índices de inflação. Para esses empresários, o maior desafio nesse segundo semestre de 2013 será a elevação continua dos juros, que gera o encarecimento do crédito.

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